Já não ouço gritos,
choros e lamentos,
meus olhos já não mais se turvam
e a luz da vida começa a brilhar.
Sinto que um novo amanhã
começa a brotar
interiorizando todo o meu ser
como se algo de muito belo
acabara de acontecer.
Findou-se o vazio
e o pulsar de um belo sentimento
começa a brotar
dentro do meu proprio eu.
Era o começo de um novo dia
com esperanças novas,
sentimentos dobrados
e pensamentos sem fim.
Assim,começava uma nova humanidade
cheia de paz, de espírito elevado,
onde somente a luz da esperança
brotava no coração de todos.
Júlio Cesar
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
LIVROS PREFERIDOS
Todos de OG Mandino; Cartas Entre Amigos; O Poder do Subconsciente; O Código Da Vinci, Anjos e Demônios e Fortaleza Digital, de Dan Brown; Hei de Vencer, de Arthur Riedel; Quem Mexeu No Meu Queijo?, de Spencer Johnson, M.D.;Mãos de Luz, de Barbara Ann Brennan;Só O Amor é Real, de Brian L. Weiss, M.D.;A Arte da Felicidade, de Dalai Lama e Howard C. Cutler; O Mestre dos Mestre, O Mestre da Vida, O Mestre do Amor e todos os outros de Augusto Cury; A Roda da Vida, de Elisabeth Kubler - Ross, M.D.;Histórias para Aquecer o Coração, (50 histórias de vida, amor e sabedoria), de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Heather McNamara e tantos outros outros livros incríveis e, finalizando, os de minha autoria: Caminhos da Paz; Casa do Anjo; Poetizando; Amor, Sonho e Poesia; Momentos de Reflexão; Coração - A Porta da Compreensão e o Poeta e a Vida.
FILMES PREFERIDOS
Gosto de histórias de amor, aventura e ficção. Destaco entre eles: Destinos Cruzados; Perfume de Mulher; Jornada nas Estrelas (série inicial); Robinson Crusoé; O Valor da Vida; Quando Um Homem Ama Uma Mulher;
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
ESPERANÇAS
Um negro véu
desce sobre as faces inocentes
Daqueles que há muito procuram
Algo que lhes possa amainar
Suas dores.
Perambulam pelas ruas sem fim
Como vermes rastejantes
Em busca de encontrar uma lua,
Uma pequena luz
Que lhes mostre um réstia de esperança.
Vivem jogados, atirados aos porões fétidos
Como se apenas lixo fossem
E para nada mais servissem.
Apela, suplicam
Elevam seus olhares minguados aos céus
Numa tentativa última
De ali encontrar forças
Para também conquistarem
Uma vida digna e merecida.
Júlio Cesar
desce sobre as faces inocentes
Daqueles que há muito procuram
Algo que lhes possa amainar
Suas dores.
Perambulam pelas ruas sem fim
Como vermes rastejantes
Em busca de encontrar uma lua,
Uma pequena luz
Que lhes mostre um réstia de esperança.
Vivem jogados, atirados aos porões fétidos
Como se apenas lixo fossem
E para nada mais servissem.
Apela, suplicam
Elevam seus olhares minguados aos céus
Numa tentativa última
De ali encontrar forças
Para também conquistarem
Uma vida digna e merecida.
Júlio Cesar
TERRA ARDENTE
Choro as mágoas
choro as tristezas
das queimadas
Choro os extermínios aem fim
e as buscas infrutíferas
pela preservação.
Não escuto mais teu cantar
nem ouço mais teu grunhido
apagado e abafado
pelos estalidos da mata
ardendo e queimando.
Vejo as labaredas
que se elevam ao alto
como se demonstrassem sua força
consumindo tudo sem dó.
Acabam-se as matas
apagam-se as esperanças de poucos
que lutam desesperados
para que a natureza se preserve
como garantia de um futuro melhor.
Júlio Cesar
choro as tristezas
das queimadas
Choro os extermínios aem fim
e as buscas infrutíferas
pela preservação.
Não escuto mais teu cantar
nem ouço mais teu grunhido
apagado e abafado
pelos estalidos da mata
ardendo e queimando.
Vejo as labaredas
que se elevam ao alto
como se demonstrassem sua força
consumindo tudo sem dó.
Acabam-se as matas
apagam-se as esperanças de poucos
que lutam desesperados
para que a natureza se preserve
como garantia de um futuro melhor.
Júlio Cesar
DEVASTAÇÃO
O céu escurece
o dia se torna noite
o sol some
coberto pelas nuvens negras.
A paisagem torna-se sombria
carregada de máus presságios.
O canto dos pássaros emudece
as águas tranquilas e calmas
transformam-se em barrentas e turvas.
As árvores choram
por se sentirem feridas
em suas folhas e galhadas
que queima e ressecam.
O grito triste e melancólico
dos animais e seres indefesos
ecoa amargo e profundo
arrancando lágrimas
daqueles que amam a natureza.
Tristes e desolados choram
ante a perspectiva
da morte iminente
do que há de mais belo
na criação divina.
Júlio Cesar
o dia se torna noite
o sol some
coberto pelas nuvens negras.
A paisagem torna-se sombria
carregada de máus presságios.
O canto dos pássaros emudece
as águas tranquilas e calmas
transformam-se em barrentas e turvas.
As árvores choram
por se sentirem feridas
em suas folhas e galhadas
que queima e ressecam.
O grito triste e melancólico
dos animais e seres indefesos
ecoa amargo e profundo
arrancando lágrimas
daqueles que amam a natureza.
Tristes e desolados choram
ante a perspectiva
da morte iminente
do que há de mais belo
na criação divina.
Júlio Cesar
VIDA NOVA
Novamente a luz surgiu
E num piscar de olhos, acordei
Para esta nova vida
Que me havia dado o Criador.
Os pensamentos eram mais puros
Os sentimentos mais elevados
E o homem dentro de mim
Soltou-se como um gigante.
O sonho tornou-se realidade
As verdades surgiram como que por ancanto
E minha vida transformou-se
Naquilo que sempre desejei.
Nada do que sou, um dia fui
Nada do que era, apagou-se para sempre
Meu eu, agora outro
Ressurgia tal qual o sol no horizonte.
Assim, caminhei para a vida
Trilhando passo-a-passo
Este novo recomeço
Que me deu, de graça, o Criador.
Júlio Cesar
E num piscar de olhos, acordei
Para esta nova vida
Que me havia dado o Criador.
Os pensamentos eram mais puros
Os sentimentos mais elevados
E o homem dentro de mim
Soltou-se como um gigante.
O sonho tornou-se realidade
As verdades surgiram como que por ancanto
E minha vida transformou-se
Naquilo que sempre desejei.
Nada do que sou, um dia fui
Nada do que era, apagou-se para sempre
Meu eu, agora outro
Ressurgia tal qual o sol no horizonte.
Assim, caminhei para a vida
Trilhando passo-a-passo
Este novo recomeço
Que me deu, de graça, o Criador.
Júlio Cesar
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